Toda vez que existe uma grande diferença nos debates, ainda mais com grandes contradições e posições apaixonadas, faz-se necessário focar nos pontos em que não há dúvida que o consenso existe, antes de chegarmos às disputas pelas diferenças.

Pois bem, resolvi começar a listar os pontos que ninguém deveria ser contrário, salvo aqueles com desvios graves de ética e conduta:

1 – A corrupção não deve ser tolerada!

Não existe esquerda ou direita na corrupção, embora em algumas culturas orientais cortariam primeiro a mão direita do ladrão…

Considerando esta premissa básica, concluímos que todas as investigações policiais, judiciais ou legislativas (tenho minhas ressalvas quanto à validade desta última) devem ser concluídas e as penas provenientes, aplicadas.

O mensalão existiu, mas as travas democráticas garantiram às defesas o amplo direito de se manifestarem contrárias antes do juízo final (não o apocalíptico). E não tem nenhum preso político neste caso!

Então o petrolão e todos os outros meios existentes (conhecidos ou não) devem ser investigados até a última instância. Sabendo que, se o peixe pequeno aceitou devolver US$ 23MM em contas no exterior, fora outros bens, não há dúvidas que houve desvio. Saberemos, se vivermos, quem são os peixes maiores e o tamanho do furo.

2 – O Estado precisa ser muito mais eficiente!

Do wikipedia: “O termo grego antigo πυρρός, translit. purrós (“cor de fogo”) deu origem à palavra latina burrus (“marrom avermelhado”), da qual se originou, em latim vulgar, o termo bura(m), que designa um pano grosseiro de lã de cor marrom avermelhado, que, em francês, era chamado burel. O termo acabou por se estender às escrivaninhas das repartições públicas. Daí deriva a palavra bureau, que inicialmente se referia às mesas de trabalho cobertas com esse tecido e, posteriormente, por sinédoque, passou a designar todo o escritório. Um negociante e funcionário do governo francês do século XVIII, Jacques Claude Marie Vincent, Seigneur de Gournay (1712-1759, economista) costumava dizer: Temos […] uma doença que faz muitos estragos; essa doença se chama buromania. Às vezes ele se referia a isso como uma quarta ou quinta forma de governo, com o nome de burocracia.”

Agora imagina uma mistura de francês e grego tomando conta de escritório de brasileiros… por isso concluo que a bur(r)ocracia é a democracia liberal do “jeitinho”!

Ou simplificamos as funções e ocupações do estado, melhoramos a inteligência e eficiência do governo ou vamos quebrar e continuar com os déficits previdenciários sem os serviços necessários. Até porque chega de impostos! Não aguentamos mais sermos extorquidos para fazer esta máquina girar…

E olha que estou só começando, a lista é grande…

#alistadetodososbrasileiros

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