Mas não é de agora nem tampouco agora se agrava…. Ao meu ver, só há um descortinamento de posições acentuadas pelos recentes embates políticos. Sempre houve e sempre haverá um maniqueísmo radical dos extremos que se odeiam.

Então como refletir, se, provavelmente, estamos entre os extremos desta curva normal e, provavelmente, dentro do primeiro desvio-padrão?

Voltemos às premissas, aquelas que não podem ser combatidas, a não ser por quem tem intenções não nobres, salvo melhor juízo. E, no limite dos nossos sonhos e pesadelos, se honestos formos em nossas reflexões, veremos as opções que nos restam.

Corrupção – não podemos ser cúmplices, não existe meio corrupto nem meia verdade, existe uma mentira inteira e corrupta. Escolha o lado.

Liberdade de opinião – se podemos discordar de coisas absurdas que acontecem por aí e de outras que seriam claras e cristalinas, verdadeiras e absolutas para o outro, per si, já é sinal de que a liberdade existe. E isso não pode acabar. Simples assim.

Minorias por maiorias – inventamos uma democracia, onde a vontade da minoria se sobrepõe a da maioria em muitas causas. As minorias devem ser defendidas, mas a ideologia deve seguir a maioria, e, a menos que inventem algo melhor que a democracia, assim deveríamos seguir.

Gregos e troianos – a tirania do politicamente correto nos fez esquecer do que realmente importa e, passamos radicalizando confiantemente em nossas virtudes que não aceitamos que tem ações que simplesmente são tão opostas que se excluem e, que por isso inventaram as leis e o equilíbrio dos poderes.

Impostos – mais e mais se arrecada para gastar mal em serviços prestados por um estado moribundo, que vive de solavancos marketizados por profetas por trás das câmeras… a eficiência passa pela prestação de qualidade, sem cabides de emprego, menos burocratizados, processos mais inteligentes, que transformem servidores públicos em servidores do público.

Política – nunca houve tanta discussão nem misturarmos nossas convicções para atacarmos quem não tem as mesmas, mesmo que por isso violemos as 5 leis mencionadas anteriormente.

E se seguirmos às convicções superiores nesta pirâmide de Maslow adaptada ao contexto político, veremos que sem os pilares consolidados, não é mais ou menos à direita ou à esquerda que fará deste um país melhor.

Meu lado é tão claro quanto às evidências que existem. Não inventaram nada melhor que o capitalismo, que o livre mercado, não há desenvolvimento com um governo inchado e amarrado as suas convicções bur(r)ocráticas, sem que invista pensando nas gerações que vem e não nas eleições que chegam, sem ajustarmos gastos às receitas, sem estimulo à ciência, à educação…

Lógico que a ingenuidade reinaria se não enxergássemos os efeitos ou defeitos colaterais…. Mas acho que aí teríamos o melhor dos mundos, considerando a natureza alegre e criativa do nosso povo. Podemos fazer milagres com o que temos, se ao menos o governo não atrapalhasse e focasse em poucas mas vitais questões.

*   *   *

Um comentário sobre “001 – O mundo está louco

  1. Karina Rocha disse:

    Gostei muito! 😃

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