Que halloween que nada, o que realmente me apavora é ler a próxima manchete dos jornais. Os tempos no nosso país não estão nada fáceis. A notícia vem tão rápida e fulminante que não dá tempo de nos desviarmos dela. São pequenas porções diárias de sofrimento interminável…

Os sobreviventes do embate eleitoral, tem a árdua missão de criar um caminho organizado e direcionado.  Mas a repercussão crescente da consciência democrática tem revigorado meu espírito, e me motivado a fazer parte da corrente que vai transformar a crise em oportunidade.

Tá bom que parei de ver o Jornal Nacional faz tempo, e isso resolveu metade dos meus problemas, mas a outra metade não dá pra fugir, a menos que aconteça uma guerra mundial e alguma super mega potência lançaria uma bomba eletromagnética ou e-bomb ou PEM. Essa arma seria capaz de estragar todas as coisas conectadas na eletricidade.

E olha que são tantas coisas conectadas, que não há vida sem água, oxigênio e eletricidade (não necessariamente nesta ordem). Um dia sem água, o sujeito até sobrevive, mas quando o wi-fi cai ou a rede de telefonia celular sai do ar, ou a bateria avisa que faltam 5% para a morte definitiva, o caos se estabelece.

Mas essa e-bomb, não traz outros efeitos colaterais ao ser humano, fora a necessidade de uma desintoxicação pela ausência de celulares… Nesse caso a notícia não chegaria mais, mas também não chegaria uma piada, nem um vídeo, nem tampouco um zap zap. O colapso impediria que o cartão do bolsa família funcionasse, porque os terminais bancários não estariam mais conectados. Seria um catastrófico retorno aos primórdios do surgimento do homem. Voltaríamos para o escambo…

Não ia demorar muito para termos sintomas claros de abstinência de tecnologia e, aqueles que não ficassem loucos à deriva de seus próprios pensamentos, seriam lentamente libertos do vício dos nossos tempos.

Aprenderíamos a fazer coisas novas, como, deixa eu ver, como é mesmo o nome daquele papel fininho colado em varetas e amarradas num fio embebecido de cerol, que subiam com o vento? Ou aquele arco que as crianças giravam no corpo? Talvez seja mais fácil lembrar do nome daquelas pequenas fichas em cima de um tabuleiro com um desenho de campo de futebol, com traves e uma bola de botão? Quem sabe aquela brincadeira que corremos para nos esconder e alguém conta pra nos procurar? Ou então procure seu tabuleiro empoeirado de WAR, IMAGEM E AÇÃO, CAÇA-PALAVRAS…

Junte a turma menor em círculos, pegue um livro pra ler, conte uma história, lembre-se que as gerações que chegam, primeiro aprendem com os exemplos que temos em casa, e com os hábitos e costumes. Depois é que eles começam a seguir as palavras…

Talvez nessa hora, o homem olhasse para o que realmente importa e visse o quão distante nos tornamos daquilo para o qual fomos criados. Este ser humano, já não carrega na sua humanidade os traços divinos corrompidos na natureza pecaminosa incorporada.

Então para mudar tudo aquilo que queremos no país, a mais importante arma que temos é voltar a nos conectar com Aquele que tem o controle de tudo, “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”

*   *   *

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

%d blogueiros gostam disto: