014 – Alinhando objetivos

Politicamente correto ou não, nas organizações temos a tendência por força do paternalismo em que nossa sociedade foi constituída e por exigências legais de equiparações ou isonomias, de colocarmos todas as pessoas no mesmo saco

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Politicamente correto ou não, nas organizações temos a tendência por força do paternalismo em que nossa sociedade foi constituída e por exigências legais de equiparações ou isonomias, de colocarmos todas as pessoas no mesmo saco – medíocre diga-se de passagem, e valorizarmos a incompetência à medida que forçamos, mesmo que involuntariamente, os mais competentes a descerem para a média…

Salve a meritocracia, nome chique para podermos oficialmente tratarmos desigualmente os desiguais, mas mesmo assim, na grande maioria das organizações temos vieses de paternocrocia (se é que posso inventar esse neologismo). Por isso não podemos esquecer que metas e objetivos por mais corporativos que sejam tem que ser divididos em porções individuais de compromissos…

Acredito firmemente que para construirmos uma visão que possa ser seguida, os preceitos estabelecidos por Bennis e Nanus (1988) são ainda extremamente aplicáveis, pois a visão precisa ser clara, atraente e possível de ser atingida, assim como o posicionamento do líder precisa ser claro e objetivo.

Entretanto, são destacadas quatro estratégias para o posicionamento comuns utilizadas pelos líderes:

  • Reativa – há uma reação ao ambiente e a mudança, após o fato ter sido consumado. Ela é mais flexível e mantém as opções abertas;
  • Mudar o ambiente interno – Antecipar e buscar preparar a organização para os eventos futuros;
  • Mudar o ambiente externo – Preparar o mercado, os consumidores ou os hábitos existentes de forma à tornar o ambiente de acordo com as necessidades da organização (lobbies, ações de marketing);
  • Nova ligação entre os ambientes interno e externo – os dois ambientes vão se moldando através de barganhas e negociações para se acomodarem.

Em resumo, todo o líder vai enfrentar resistência à mudança, tendo que haver comprometimento voluntário à visão e valores partilhados. Para enfrentar as mudanças internas e externas, deve-se ter um posicionamento bem estruturado e definido e ser um exemplo de comportamento com os princípios que norteiam a empresa.

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