Nesse mesmo futuro presente real, ainda serão escassas as iniciativas de ir contra a lógica empresarial de curto prazo e buscarmos novos horizontes em que o equilíbrio das relações humanas trará a robustez e longanimidade das mais sólidas instituições centenárias.

Será que surgirão vozes que mostrarão que é possível ser feliz no trabalho e que essa felicidade auto-alimentada gera a energia infindável de motivação, necessária para o funcionamento dos novos negócios?

E que essa fonte de energia inesgotável e sustentável formará a nova economia que para o bem daqueles que durarem tanto pra ver, será diferente da simples projeção futura das ações e resultados presentes e passados nas nossas organizações? Será?

Mesmo que não consigamos abstrair quais efetivamente tiveram um papel mais decisivo dentro do conjunto de resultados alcançados, nenhum deles é determinante, ou seja, há de se gastar tempo e esforço na constante criação de um ambiente criativo e saudável, a fim de que as propostas e conquistas sejam tão costumeiras quanto pudermos sonhar a respeito.

Acreditando ou não nas argumentações filosóficas e nas projeções, sem pretensões científicas, podemos encadear a lógica das descobertas apresentadas nos últimos posts. Provoco aos amigos que pratiquem aquilo que acreditam e se, de alguma forma, forem influenciados por estas breves palavras, que não se intimidem pelo incômodo que com certeza causarão no modelo tradicional.

Boa sorte e firmem o pé na caminhada…

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