O quanto alguém pretende empregar de energia em alguma atividade pode ser analisado sob pontos de vistas antagônicos. Enquanto para alguns autores a motivação vem de dentro e não há como motivar uma pessoa, outros entendem que existem critérios para o fazê-lo.

Aqueles que acreditam nas teorias de condicionamento pregam que as ações externas estimulam as ações e atitudes dos indivíduos.

Segundo tais autores, a justificativa para a redução do volume de ideias seria simplesmente porque o estimulo (a premiação) que passou por alguns anos sendo fundamental para fomentar o comportamento criativo deixou de existir e por isso, as ideias se reduziram.

Considerando esta mesma corrente de pensamento, seria ainda mais importante haver estímulos para ideias que reduzissem custos ou aumentassem receitas, o projeto poderia ter se mantido com as mesmas bases, mas tendo os valores mínimos de resultados para que fossem elegíveis às premiações.

Eu particularmente acredito que existem fatores externos que nos motivam, mas a essência da motivação é algo que está presente em nós, e o quanto transformaremos isso em ação tem a ver com nossa atitude.

Já passei um livro tratando disso e se vocês tiverem curiosidade de ver esta abordagem através de uma ficção com uma pitada de filosofia, recomendo a todos a leitura Inconformidade Praticada

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