Tal como o ápice, no fim nos restará olharmos ao redor e entendermos, mais ou menos orgulhosos, mais ou menos interligados ao destino, se achamos graça na caminhada.

O contexto não é o mesmo que era nos primeiros atos. Fomos amadurecendo e não envelhecendo, fomos transformando a tão difundida e abençoada ignorância em um conhecimento transformado em ação.

Fomos sendo mais e agindo mais. O mais passou a estar dentro de tudo.

As trocas passaram naturalmente a serem consequências previsíveis. Passamos a perceber que as conexões relacionais são mais que só rede. São o universo conectado e redirecionado no caminho que escolhermos plantar.

Fomos rebeldes, brigamos nas ruas, verdades e mentiras ganharam e perderam votos, mas a velocidade da expansão da verdade vai prevalecer sobre os maquiadores da história.

A grande História, aquela que serão virtualmente implantadas em chips conectados nas futuras gerações cujos relacionamentos mais próximos tenderão a ser mais e mais e mais distantes…

Sem o menor preconceito ou exclusão das minorias, seremos transformadores ao invés de transformados. Ou isso, ou não vale a pena nem continuar a partir daqui.

Se perdermos esta guerra para os nazistas de hoje, qualquer ideologia que sustente o distanciamento das forças produtivas com o capital, em prol da supremacia qualquerquesejaismo, estaremos comprometendo as gerações que chegam, por outro lado, acredito que as conexões do escambo salvar-nos-ão, e esta vitória será tão bonita que merece a mesóclise.

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