Ponto. Não o final, mas o encontro do elo das impossibilidades humanas com a perfeição divina ou das possibilidades divinas criadas apesar das imperfeições humanas.

Ponto de reflexão. Deve ser uma hora em que paramos o que vínhamos fazendo para nos abrir a outras possibilidades, outros caminhos, outras influências. A hora em que conseguimos, ou a hora em que fomos levados, enxergar o mundo de uma ótica de um observador mais distante… Assim que enxergarmos a figura toda, os próximos passos passarão a fazer mais sentido.

Se a viagem ficou longa até aqui, aguarde que explico tudo com o tempo e a calma de quem não tem tempo nem calma, mas a paciência imperfeita das minhas possibilidades.

Vamos com a calma inquieta do próximo pensamento, em vez da devoradora e avassaladora curiosidade ação inconsequente.

E vamos que a velocidade não importa tanto quanto o caminho. Mais rápido chegarmos sem aproveitarmos o caminho, tão logo descobriremos que a próxima viagem se fará necessária.

Espero que o caminho seja absolutamente proveitoso e revelador e que haja tempo para profundas reflexões e algumas mudanças, sempre que houver espaço.

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