Nem sempre sabemos qual deve ser o próximo passo a ser dado, o que vem depois da curva, qual o impacto de nossas decisões ou como vai ser a reação daqueles influenciados por nossas escolhas.

Na verdade por mais que criemos planos A, B, C, a tal da ingovernabilidade traz graça e improviso à nossa rotina.

Por outro lado não quero dizer que não devamos construir nossos planos, ousar sonhar e desenhar caminhos que seriam os perfeitos, trazer um pouco de convicções às incertezas futuras…

O ponto que quero discutir hoje é o equilíbrio entre o planejamento (e suas diversas alternativas) e as surpresas que o destino nos trouxer. Nos dois sentidos, usado como fim de alguma coisa, ou conjunção de fatores externos traduzindo em uma nova possibilidade.

Entre o destino que traçamos e o destino que teremos se encontra o maior dos tesouros que temos: o livre arbítrio e as toda a infinidade de escolhas que temos e fazemos todos os dias.

Portanto, se me permitem uma dica, que não haja frustrações com as escolhas que não pudemos ter e que haja ânimo e determinação com todas as outras que ainda teremos e que este 2019 seja repleto de ingovernabilidades e destinos felizes!

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