macaco se olhando no espelho

083 – A vida nas organizações: Há vida nas organizações?

Minha monografia de um dos MBAs que fiz no século passado, vinha com este título, provocando as organizações, não com a foto, mas acho que a reflexão fica mais profundamente interessante assim.
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Minha monografia de um dos MBAs que fiz no século passado, vinha com este título, provocando como seria a vida na organizações, se é que havia… Não com a foto, mas acho que a reflexão fica mais profundamente interessante assim.

Toda a sociedade se transforma à medida que algumas pessoas saem da zona de conforto e começam a construir as futuras tendências.

Sendo assim, o reflexo destas transformações cria empresas que também evoluem e também se adaptam aos desejos dos consumidores, às novas tendências e às tecnologias existentes.

E como as empresas são formadas por pessoas, sofrem, também, dos mesmos sintomas e idiossincrasias.

Quais serão os novos produtos e serviços?

Poucas empresas se atrevem a enxergar além do curto prazo e criar as próximas tendências que serão premissas para as transformações das gerações que chegam.

Caso você esteja ao meu lado nesta árdua tarefa de múltiplas frentes, aconselho que ajustemos o relógio que nos obriga a ganhar velocidade, ao mesmo tempo que ajustamos a ansiedade para não irmos rápido demais… Neste caso, tanto o excesso quanto a falta serão problemas, de diferentes tratos, mas problemas!

Não vai haver espaço nas empresas para o modelo mental anterior ao bug do milênio, que não fez mal a nenhum computador, mas entrou na genética da geração que vinha e, o vírus que tanto temíamos não foi de base tecnológica, mas sim humano, que refletiu e refletirá em todas as tecnologias…

Onde as pessoas dedicavam sua vida para as organizações e o melhor exemplo que podíamos ter eram de organismos vivos, relacionados e em constante mudança.

Acho que agora podemos comparar as empresas, ao conjunto de pequenos produtos e serviços, úteis, rápidos, disponíveis a todo instante, por um preço pequeno e um benefício que valha carregá-los por um tempo, até que outra empresa tome este lugar…

E os times internos sofrerão das mesmas consequências, ou causas, depende do lado que olhamos, visto que não há início nem fim neste círculo que estamos.

Pois que o ciclo seja virtuoso e que haja vida em nós para participarmos das boas transformações necessárias.

*   *   *

Onde ler mais?

Uma das vantagens de já estar escrevendo há quase três meses é que tem muitos assuntos que podem ser vistos e revistos agora em conjunto. Deixo alguns links de textos que trazem similaridade, para aqueles que querem se aprofundar:

013 – Escapando da obsolescência

028 – Sobre a perenidade das empresas

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