135 – O discurso e o improviso

Quando me pediram a primeira vez para falar algo em público de improviso, foi como se eu me colocasse como parte da platéia. Não no bom sentido. Daquele jeito de quem fica criticando e sem entender o que o pobre do orador falava. #blogdobubsi

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Quando me pediram a primeira vez para falar algo em público de improviso, foi como se eu me colocasse como parte da platéia. Não no bom sentido. Daquele jeito de quem fica criticando e sem entender o que o pobre do orador falava.

Descobri várias coisas sobre mim naquele dia. O improviso é bom, desde que você saiba seu discurso. Eu explico. Não importa o que você faz ou em qual cadeira você senta, alguma hora há de aparecer oportunidades de explicar o que você faz, pensa, gostaria ou entende sobre determinado tema.

Minha dica é que este discurso já exista. Dentro da tua cabeça e com a boa dose de emoção. Aproveite o espaço que te foi dado e faça teu show.

Os empreendedores na nova geração de start-ups ensaiam e ensaiam o que chamam de pitch. Aqueles poucos instantes em que você está de frente pra quem interessa e com o espaço aberto para falar.

Pode ser só uma vez. Então faça valer a pena.

Acredite no seu potencial, mas não dê espaço para que o improviso assuma todo o controle. Que ele seja transformado em um discurso adaptado às circunstâncias.

Para ler mais:

079 – Nova primeira viagem de negócios

113 – Sobre as melhores e piores escolhas e a intuição

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