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139 – Nostalgia e o escambo

Nostalgia! Gosto de revirar os álbuns de fotos antigas, bem antes de tudo virar algo na nuvem. E transitar invisivelmente pelo ar. Tem algo a ver com o contato real com uma parte da nossa história.

Quase consigo me colocar de volta naqueles mesmos momentos, inclusive relembro emoções e comentários feitos. É uma forma de manter nossa memória viva.

A nostalgia é um pedaço necessário para que tenhamos raízes bem amarradas. As nossas raízes ajudam a explicar quem somos e guardá-las é como se estivéssemos honrando tudo o que passamos.

Objetos e presentes ganhos também ajudam a contar os pedaços deste filme que vivemos. Eles têm a capacidade de nos conectar com fases e ciclos que se encerraram.

Além das lembranças das fotos e dos objetos tangíveis, temos nas pessoas a melhor forma de manter parte do passado bem presente em nós. Para isso as redes sociais serviram. Juntar nossos pedaços e manter tudo ao acesso de nossas mãos. O celular também serviu para, à distância de um clique, termos em nossas mãos quase qualquer coisa que imaginarmos.

Mas esta fase também vai passar, este pedaço de nossas vidas onde descobrimos as conexões virtuais e as múltiplas utilizações das ferramentas que temos em nossas mãos. Tudo passa. Menos a nostalgia.

A próxima etapa que chega vai mudar a forma como vemos o trabalho, lazer, relacionamentos e conexões. Vai mudar a forma como as empresas e seus produtos e serviços são oferecidos e comprados.

Vai mudar como somos recompensados também. Falei da transição no livro Escambo Social. E vou falar muito ainda sobre as consequências.

Para ler mais:

122 – A melhor das partes

051 – Entre vírgulas

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