157 – Esperando a esperança

Sabe aquele intervalo de tempo que parece interminável, que começa quando entregamos nossa última gota de suor, ou sangue, e as coisas não dependem mais de nós? #blogdobubsi

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Sabe aquele intervalo de tempo que parece interminável, que começa quando entregamos nossa última gota de suor, ou sangue, e as coisas não dependem mais de nós?

A partir daí, o tempo parece que não anda, parece que experimentamos o infinito enquanto a página não vira. Não é a ansiedade que nos define, mas ela está à espera que sucumbamos aos seus anseios.

Quando falta força em nossos pés, quando tudo parece que vai dar errado, aí conseguimos entender o verdadeiro significado de ter fé. Confiar sem ter medo. De se entregar sem esperar o retorno. De compreender o inisível e aceitar o tempo como o aliado possível.

Não há espera que me convença de perder a esperança e por menor que seja a esperança, não me tirará a fé. E assim sigo. Confio, espero e tenho fé.

E quando as coisas não dão certo, sorrio com a certeza que ainda não é o fim. E quando as coisas dão certo, sorrio na certeza que vencemos mais uma etapa. E quando, enfim, for o fim, sorrirei com o dever cumprido.

Para ler mais:

130 – Onde a razão e a emoção se encontram

047 – Então é Natal!

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