senso de justiça

160 – Senso de Justica

Se tem uma coisa que pratiquei em todos os lugares que passei e, em todas as circusntâncias profissionais, foi ter como norte o senso de justiça. #blogdobubsi

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Se tem uma coisa que pratiquei em todos os lugares que passei e, em todas as circusntâncias profissionais, foi ter como norte o senso de justiça.

Garanto que algumas vezes, as saídas mais fáceis e, seguramente, mais adotadas, seguiriam por atalhos tortuosos.

Quando se trata de resolver um problema, buscamos a solução correta. E torcemos para que seja simples e fácil. Não há meio certo nesta escolha, assim como não há meia verdade, por se tratar de uma mentira inteira…

No mundo de hoje, onde tentam esticar a ética para caber aos propósitos, digamos, menos nobres. Onde a justiça se escreve com letra minúscula, mesmo nas mais altas cortes. Tudo isto transborda para o mundo corporativo.

Por pelo menos doze anos passei por cadeiras em auditoria externa, auditoria interna, controles internos, compliance e outros nomes menos chiques para áreas de controle. Posso garantir que a natureza humana precisa de bons controles e processos. E os exemplos precisam vir de cima.

Pelo menos por outra dúzia de anos, sentei em cadeiras que fui objeto de trabalho destas mesmas áreas por onde passei anteriormente, além das fiscalizações de comitês e órgãos reguladores.

Como já estive nos dois lados da mesa, posso dizer que o excesso de controle acaba com a liberdade e criatividade e obriga a entregar produtos e serviços mais pobres. Padronizados, carimbados por cláusulas complexas que assustam consumidores.

E posso dizer que a falta de controle faz com que algumas escolhas tragam consequências igualmente danosas aos clientes. Desde a falta de informações completas até o engano causado dolosamente.

E por onde vamos?

E pela soma dos tempos eu estive na cadeira de cliente. Consumidor de produtos e serviços e, sempre com alto grau de exigência.

E para mim, a única saída para que estes dois mundos convivam e haja a verdadeira satisfação do consumidor final, é ter uma empatia e a noção do que se está fazendo traz valor percebido. Sem cláusulas esquisitas, termos e regulamentos ilegíveis ou contratos notadamente desequilibrados.

E, principalente, ser orientado pelo senso de justiça. Ele precisa prevalecer, pois nossas atitudes permanecem após nossa saída e a história escrita não poderá ser maculada.

Escolhas simples e tortuosas trazem consequências no curto ou no longo prazo. E a pior delas virá dos clientes…

Para ler mais:

061 – A Justiça e as leis e o quarto e o quinto poderes

101 – O sono dos justos e alguns de seus benefícios

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1 comentário em “160 – Senso de Justica”

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