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165 – Negociação saudável

Já estive em várias mesas de negociação. Algumas em posição muito favorável, outras tentando manter a pose porque estava no lado mais fraco. #blogdobubsi

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Já estive em várias mesas de negociação. Algumas em posição muito favorável, outras tentando manter a pose porque estava no lado mais fraco. Lógico que temos que buscar os nossos interesses e conduzir as discussões para atingir aos objetivos inicialmente propostos. Meu argumento é que não podemos fazer isto a qualquer custo.

Já tive que fingir de paisagem numa mesa onde a proposta que levamos era absolutamente inferior ao equilíbrio da relação. Já fui forçado a engolir proposta que não fazia menor sentido em relação ao que precisávamos.

Em via de regra, nestes casos, se houver um entendimento, ele é passageiro, como as alianças político-militares que se encerram ao primeiro sinal de desconforto. Se tornam frágeis pela incapacidade dos responsáveis em enxergar o longo prazo.

Esta limitação leva à parte desfavorecida em buscar a primeira brecha para contra-atacar. Aí que mora o perigo.

Por outro lado, Já sentei com gente que entendia a necessidade do equilíbrio e trabalhava com a inteligência para construir um caminho que não fosse prejudicar nem favorecer nenhum lado. Melhor cenário.

Estas foram as grandes parcerias, duradouras, que trouxeram os melhores resultados. Nada melhor do que ter bons parceiros em relações saudáveis, com visão de longo prazo, andando ao nosso lado.

O resto é tapa-buraco. Na próxima chuva, vai abrir o buraco de novo, e haja dinheiro mal gasto pra remediar.

Para ler mais:

108 – Sobre desafios, dificuldades e oportunidades

083 – A vida nas organizações: Há vida nas organizações?

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